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Ansiedade na infância: por que tem aumentado e como os pais podem agir

Há 9 horas

A ansiedade infantil tem se tornado cada vez mais comum e perceptível nos últimos anos. Mudanças no ritmo de vida, excesso de estímulos, pressão por desempenho e inseguranças no ambiente familiar e social contribuem para que crianças experimentem níveis elevados de ansiedade desde cedo.

O uso excessivo de telas, a agenda sobrecarregada de compromissos e a redução do tempo de brincadeira livre são fatores que impactam diretamente o bem-estar emocional. Além disso, crianças absorvem o clima emocional dos adultos ao seu redor. Situações de estresse, preocupações constantes e falta de diálogo podem intensificar sentimentos de medo e insegurança.

Os sinais de ansiedade podem variar, incluindo irritabilidade, dificuldade para dormir, queixas físicas sem causa aparente, medo excessivo ou dificuldade de concentração. Reconhecer esses sinais é o primeiro passo para oferecer apoio adequado.

O que os pais podem fazer de verdade começa com a escuta ativa. Validar sentimentos, sem minimizar ou julgar, ajuda a criança a se sentir segura para expressar suas emoções. Estabelecer rotinas previsíveis também traz sensação de estabilidade e controle, reduzindo a ansiedade.

Incentivar momentos de descanso, brincadeira e contato com a natureza é fundamental. Limitar o tempo de telas e promover atividades que favoreçam a conexão familiar fortalecem o vínculo emocional. Quando necessário, buscar apoio profissional é um ato de cuidado e não de fraqueza.

Cuidar da saúde emocional das crianças é uma responsabilidade compartilhada. Com atenção, presença e atitudes consistentes, é possível ajudá-las a desenvolver equilíbrio emocional e enfrentar o mundo com mais segurança.

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