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Mês das Mães: interação e amor de mãe ajudam os pequenos a crescer

Há 9 meses

Maio é mês das mães. É aquele tempo em que elas ganham presentes, abraços e beijos. É a hora de reunir a família para comemorar. Mas a gente, aqui na Tateti, pensa nas mamães o ano inteiro. Por isso, produzimos brinquedos que, além de divertir os pequenos, é claro, proporcionam momentos de interação, criam lembranças que ficam marcadas por toda a vida.

E essa interação mãe e filho, a troca de experiências, emoções e carinho desde os primeiros meses de vida, é fundamental. Estudos realizados pela Faculdade de Medicina de Washington, nos Estados Unidos, mostram que amor de mãe, além da interatividade, é fundamental para o desenvolvimento emocional e cognitivo das crianças, influenciando no controle das emoções, na aprendizagem e nas atitudes ao longo de toda a vida, gerando sensação de segurança e coragem para enfrentar o mundo ao seu redor.

O estudo, publicada no “Proceedings of the National Academy of Sciences”, contou com a participação de 127 crianças, que foram acompanhadas de zero a seis anos, por meio de ressonâncias magnéticas periódicas que monitoraram sua atividade cerebral. E a conclusão foi impressionante: um desenvolvimento duas vezes mais rápido em crianças cujas mães interagem, demonstram seu amor e oferecem apoio emocional.

Os brinquedos são fundamentais nesse processo interativo e de troca de experiências e emoções. Brincar junto, trocar experiências, também é um ato de amor.

De acordo com a pesquisa, a relação entre uma criança e a mãe durante o período pré-escolar é ainda mais importante do que quando a criança é mais velha. Essa interação tem a capacidade de melhorar o desempenho escolar e ajudar, no futuro, adolescentes a terem uma vida mais saudável e estável.

É a partir de um ano, quando começa a se locomover por conta própria – engatinhando ou dando os primeiros passos – que se começa os resultados do afeto e da interação mãe e filho. Os pequenos fazem da figura materna sua base para explorar o universo a sua volta, tendo a mãe como uma espécie de porto seguro ao qual recorre sempre que se mostra assustado ou cansado. A partir daí, a relação é marcada pela cooperação, o equilíbrio entre a busca constante pela autonomia e a necessidade de continuar próximo, de interagir e receber apoio e carinho.

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