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Quais são os sintomas e o tratamento contra o câncer infantil?

Há 3 meses

Quando se trata de crianças e adolescentes, é preciso estar sempre atento ao comportamento deles e ser possível a identificação do câncer infantil.

 

Para além de acompanhar as notas na escola, é através da observação de suas rotinas, de sinais físicos e psicológicos que podemos identificar alterações que vão indicar que algo de anormal está acontecendo.

 

Essa regrinha, que vale para tudo, também é importante, é claro, quando falamos da prevenção e do diagnóstico do câncer infantil, em suas mais diversas formas. 

 

Reforçando o Novembro Dourado, separamos os sinais que o corpo das crianças enviam, indicando que algo não está certo para ajudar papais, mamães, vovôs, vovós e familiares. 

 

Mas não é preciso alarde, estes sinais não são sinônimo do câncer infantojuvenil. Os sintomas separados podem ser apenas o sinal de um dia de diversão ou de uma brincadeira radical. Eles, quando em conjunto, é que precisam de uma atenção maior.  

 

Mas merecem cuidado, pois, o diagnóstico precoce aumenta as chances de cura em até 80%. Conheça os sintomas:  

 

  • Fadiga persistente; 
  • Perda de peso repentina; 
  • Dores Ósseas ou articulares; 
  • Febre prolongada que não responde ao tratamento; 
  • Inchaço anormal; 
  • Dores de cabeça intensas;  
  • Alterações na visão; 
  • Infecções recorrentes; 
  • Caroços ou massas; 
  • Tontura, perda de equilíbrio ou coordenação; 

 

Outro fator importante a ser considerado é a frequências que esses sinais aparecem, se as dores de cabeça ou febre forem constantes, é sinal de que é preciso levar o pequeno para um pediatra. 

 

Em artigo publicado no site do Graac, a Dra. Nasjla Saba, oncologista pediátrica do hospital alerta que qualquer indício que possa auxiliar na indicação do surgimento de um tumor não deve ser descartado, pois o diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura. “Além dos exames disponíveis, a prática clínica e a vivência do médico auxiliam muito na percepção da doença. Isso já acontece no primeiro contato com o paciente”, diz a médica no texto. 

 

Quais são os tratamentos? 

 

É importante considerar que, como a origem da doença não é hereditária, na maioria dos casos entre os mais jovens não é possível preveni-la, o que torna o diagnóstico precoce fundamental para aumentar a chance de cura. 

 

Consulta regulares aos médicos e profissionais da saúde, acompanhar de perto qualquer sintoma e oferecer melhor qualidade de vida para os pequenos são fatores que vão garantir uma infância e adolescência plena. E isso pode englobar desde as atividades físicas e bons hábitos de higiene e alimentação. 

 

Uma alimentação saudável, baseada em alimentos naturais faz toda a diferença no desenvolvimento de uma criança e se reflete na saúde da fase adulta. De acordo com a OMS, pessoas que têm bons hábitos alimentares, aliados à prática regular de exercícios físicos, têm reduzida em até 30% a possibilidade de desenvolver a doença. E isso é uma lição que vale desde a primeira infância, incluindo, claro, o aleitamento materno que entre outras muitas virtudes aumenta a imunidade dos bebês. 

 

Entretanto, quando o diagnóstico é confirmado, o tratamento do câncer infantil pode ser realizado através dos mesmos métodos do que os adultos: cirurgia, quimioterapia, radioterapia e/ou transplante de medula óssea. No entanto, há diferenças importantes, os tumores nas crianças têm crescimento mais acelerado e por isso exigem terapias mais intensas. 

 

Felizmente, as crianças e adolescentes também se recuperam mais rapidamente. Para sabe mais sobre, indicamos a leitura desse conteúdo que fala sobre o diagnóstico precoce!

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